
Deslizas pelas minhas cordas,
vibras e vibras intensamente...
Sonoramente,
ressonantemente trovão.
Âmago,
doce e profundo âmago...
Envolves uma plenitude de oco e vazio sonoro,
estremeces o ser de uma árvore e acalmas com suave ressoar.
Ai... que me és desde cima até baixo.
(Bríggida Almar 2014)